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O Sistema Operativo Linux - Parte VII

O sistema operativo linux - part. VII - O peso dos derivados.

Tipo: Análise
Por:  Rui Pedro      28/03/2012

 Pagina 13 de 14

 

Como referi anteriormente durante a introdução da parte VI, não é possível trazer aqui todas as distros linux (é impossível contá-las até! já que nascem e morrem a todo o momento) e por isso havia dito que traria e falaria aqui de apenas 6 das principais distros pelo peso que têm tido ao longo dos tempos naquilo que é hoje o linux. Assim durante toda a parte VI falei dessas seis distros, como mencionei e com muita pena da minha parte, é uma pena deixar alguns nomes que mereciam também figurar aqui e por isso peço desculpa aos seus utilizadores. De entre essas distros que não falei existe uma que pelo seu peso actual me obriga a falar dela abrindo uma excepção, falo da distro que no momento mais tem puxado pelo linux e mais popularidade tem trazido ao linux no momento, o Ubuntu.

Dedico por esse motivo esta parte ao Ubunto e seus derivados.

     

    O Ubuntu e o seu peso no momento actual.

     

    Acabei o parte anterior (part.VI) a falar do Mandrake/Mandriva e o objectivo com que nasceu (ser a melhor distro dos desktops), pois bem! em analogia com o Mandriva o Ubunto nasce com o mesmo objectivo, ser o melhor nos desktops.

    Em Julho de 2005 , Mark Shuttleworth e a Canonical Ltd anunciaram a criação da Fundação Ubuntu e providenciaram um suporte inicial de US$ 10 milhões o que era francamente muito dinheiro. Com esse investimento o suporte ao Ubunto agora já na versão 5.10 ( a primeira versão do Ubuntu foi a 4.10 lançada em Outubro de 2004), dizia... cresceu exponencialmente levando o Ubuntu a todos os cantos do mundo.

    Não porque a distro era a melhor, apesar de ser bastante boa, mas pelo marketing feito à sua volta. Tecnicamente o Ubunto é uma distro derivada da Debian e que mantém essa base até aos dias de hoje, como outras distros já mencionadas o são, lembro o Fedora, openSUSE, Centos entre outros como exemplo. Ou seja ela não é uma "pure raçe" como se costuma dizer na gíria, ela tendeu sempre a ser uma melhoria da já boa de si Debian. A comprovar o facto de não ser uma pura raça temos a possibilidade de instalar qualquer pacote puro Debian sem problemas. Se fizermos qualquer tentativa de instalar um pacote por exemplo Mandriva (RPM based) no openSUSE ao no Red Hat ao Fedora ao vice versa vai dar barracada na certa.

    Contudo, o facto de não ser uma "pura raça" isso não quer dizer que o produto não presta, antes pelo contrario neste caso, pois temos uma tentativa de melhorar ainda mais o que é bom e os resultados estão há vista de todos.

    Apesar de não contar primeiramente com algumas das ferramentas da concorrência (Mandriva e openSUSE) no âmbito da configuração a distro foi sempre simples na facilidade de uso apontando desta forma o caminho a muito boa gente, enquanto na estabilidade não fazia a coisa por menos.

    Apesar de nunca ter sido implementado um polimento sobre o ambiente de trabalho como o Mandriva ao o OpenSUSE e outros, a popularidade da distro subiu em flecha ultrapassando tudo e todos. Enquanto subia, os seus mentores nunca se puseram à sombra da bananeira como outros o fizeram, assim foram lançando versões derivadas deste como o Kubunto (Ubunto com KDE), Xubuntu (Ubuntu com Xfce), Fluxbuntu (Ubuntu com FluxBox), Edubuntu (Ubuntu desenvolvido para escolas) enquanto jogava forte também nos servidores com as suas versões long-term support (LTS) do Ubuntu Server aproveitando assim toda a pujança (experiência) bem conhecida do Debian nos servidores.

    Recusando, como dizia ficar na sombra dos louros a empresa por trás do Ubuntu não pára e vai desenvolvendo a sua visão do que deve ser o seu linux mesmo que isso por vezes seja dar um tiro no pé como agora aconteceu com o seu gestor de janelas Unity que não convenceu ainda a comunidade de utilizadores do Ubuntu. No entanto e como a canonical nos habituou ela não pára e na certa vai dar a volta por cima.

    Seja como for esta empresa e esta distro domina o mercado doméstico, agora ainda melhor com o enfraquecimento da Mandriva e alguma apatia do openSUSE em afirmar-se definitivamente nos desktops domésticos, tem muito boa cota académica, e vai conquistando também o mercado corporativo. Uma gigante dos dias de hoje sem duvida com um peso tremendo no que se faz nos dias de hoje além da google, mas a google, essa é outra história e outro ramo do linux (Android).

    Sempre que uma distro faz sucesso sempre aparece alguém a fazer algo derivado dessa distro, como é claro com o Ubuntu aconteceu o mesmo e neste momento existe uma fatia muito grande (diria até demasiado grande) de derivados do Ubuntu. Umas com mais nome e sucesso outras nem tanto como sempre aconteceu. Vejamos então algumas das distros baseadas no Ubuntu.

    • Para começar escolho a mais forte delas todas e mais uma vês aqui temos a situação de um filho a fazer sombra ao pai, refiro-me ao Linux Mint. A Mint está com os niveis no máximo batendo tudo e todos em popularidade e não só. Aproveitando tudo o que de bom tem a Debian e Ubuntu, renovando ao melhorando o que eles têm de pior ela elevou o desktop linux ao máximo até hoje visto. Ela destronou do 1º lugar a distro mãe para assumir o lugar desta de forma inequívoca, claro aproveitando os tiros no pé da mãe, mas (...) tenho duvidas de que mesmo assim sem isso se o Ubuntu resistiria.
    • Big Linux
    • Ultimate Edition
    • Google Chrome OS
    • XBMC Live
    • Caixa Magica (a partir da versão 16)
    • Alinex (distro mantida pela secção de Informática da Universidade de Évora - Portugal)

    Dizem haver á volta de 50 distros neste momento baseadas neste momento.

    É visível através desta síntese ver o peso do Ubuntu e da Canonical no mundo dos desktops e laptop's e netbooks, contudo o desktop como o conhecemos está a morrer aos poucos dando lugar á portabilidade com os ultrabooks, smartphone's, tablets, etc. Este mundo é um mundo diferente dos desktops e workstations, mundo onde o linux reina nos servidores e perde no resto, este mundo novo que falo o dos iPads e companhia, é outra musica e aí o linux para já vai na frente de toda a gente.

    A ver vamos como se costuma dizer.

    Até a próxima.

     

    Próximo tema : Um mundo novo para os sistemas operativos.

 

 

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